Ah, a melhor parte da viagem, os interessados em cultura e história que me perdoem. Não que eu não seja, mas se você já comeu por lá, deve saber do que estou falando.
Eu tinha medo de me decepcionar. Sempre achei que no Brasil e aqui nós comemos versões adaptadas dos pratos originais. Por exemplo, duvido que sushi com cream cheese seja algo comum no Japão.
Mas o fato é que a comida lá é ainda melhor do que nós esperávamos. É absolutamente fantástica. Cometemos dois erros, um no primeiro dia e outro no último. O primeiro foi um restaurante na área turística do Vaticano e o outro foi um no bairro Trastevere, apontado por um guia de viagens. No primeiro, a comida era simplesmente ruim. No segundo, a comida nem era tão ruim (só ruim), mas tinha tanta mosca no local que me irritei completamente.
Falando em mosca, elas vão estar praticamente em todos os restaurantes, seja nas áreas abertas ou fechadas. Eu só preciso de uma no local para me irritar. Mas até que levei bem na maioria dos estabelecimentos.
No restaurante do Vaticano, acima mencionado, paguei quatorze euros em uma caneca de chopp (de aproximadamente um litro). Convertendo para dólares, daria tipo vinte e um mangos). Se converter para reais então, o susto é maior ainda (algo em torno de trinta e cinco reais). A cerveja mais cara que já tomei na vida.
Gostei de duas marcas de cerveja por lá: Nastro Azzurro (parece ser a mais popular), e Peroni (tem um sabor característico).
A comida é tão boa, que comi até o que normalmente não gosto e gostei. Acho spaghetti uma coisa absolutamente sem graça. Mas comi um ao tal molho Carbonara (creme de leite, ovo e prosciutto) que estava fantástico.
Eles tem um cogumelo por lá (porcini) que é delicioso, mas te deixa empapuçado rapidinho. Também comi a melhor mozzarella de búfala da minha vida em Pompéia. Falando nisso, vale comentar que queijo é muito barato lá. Você compra uns belos pedaços de gouda e queijos semelhantes por pouco mais que dois euros.
A comida estava espetacular, mas por volta do sexto dia, pedi um intervalo e fomos comer um hamburguer no Hard Rock.
Vinho, você pode pedir o da casa, de litro (às vezes, três quartos de litro). Chegamos a pagar quatro euros pelo litro. Mas a média é algo entre nove e doze euros pelo litro. Também achei garrafa a € 1,60, mas não tive coragem de arriscar.
Cheguei a ficar meio enjoado de tanto tomar vinho. No segundo dia de viagem, acordamos tarde e fomos direto para o almoço. Leia-se: vinho em jejum. Nem precisa dizer que fiquei bebado na metade da primeira taça.
O absinto é liberado por lá, mas não tive oportunidade de tomar. De qualquer forma, já tomei uma vez e sei como é pauleira.
O atendimento é autêntico. Bem direto. Teve um fato engraçado. Pedi um prato e estava demorando, aí o cara veio com um prato que não tinha dono:
- Eu posso ficar com esse aí, não tem problema...
- Não, não pode. Não é seu, não pode ficar.
A parte boa é que, ao contrário das cadeias americanas, nas quais eles fazem o possível para que você deixe o restaurante em cerca de uma hora, nos estabelecimentos de lá você pode sentar e ficar. Além do atendimento ser lento, não tem nenhuma pressão para fazer pedidos e ir embora. Bem à brasileira. Lembro que uma vez, em Brasília, no meu aniversário, fiquei quase quatro horas num restaurante japonês.
Finalizando, embora eu ainda ache a comida brasileira a número um, a comida italiana é sensacional. Eles não têm a mesma quantidade e variedade de pratos do Brasil, mas tudo que eles fazem é muito bom.
Eu só ando com uma certa má digestão faz uns dias. Acho que exagerei em tudo. Mas não me arrependo nem um pouquinho. Afinal de contas, não é todo dia que você tem uma oportunidade dessas.
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
segunda-feira, 2 de novembro de 2009
Desordem
Acabo de notar que os posts estão entrando fora de ordem, porque estão obedecendo à ordem de criação dos drafts. Então, tem post mais novo embaixo de post mais velho. O post sobre transportes é mais novo do que o sobre turismo.
quarta-feira, 28 de outubro de 2009
Itália - Turismo
A basílica de São Pedro é uma coisa absurda de grande. Só vendo para acreditar. Eles tem uma visita que pouca gente conhece, que é a escavação da Tumba de São Pedro. Pelo que entendi, existe uma "tumba de São Pedro" que é conhecida e visitada pelo grande público e essa, "verdadeira", cujas visitas são super restritas. A gente fez essa segunda e teve oportunidade de ver o que a Igreja afirma ser os "ossos de São Pedro".
Outra coisa impressionante é uma igreja que existe em Roma, decorada com os ossos de quatro mil monges. Quando pensei na idéia, achei que ia ser um empilhamento de ossos, mas, para nossa surpresa, eles realmente fizeram "decoração com ossos". Eles combinaram os ossos, nas paredes e no teto, formando figuras como flores, corações, anjos e outras formas. Tem também alguns esqueletos completos com os hábitos de monge. O fato é: se isso tivesse sido feito por qualquer outra pessoa ou instituição, teria sido rapidamente classificado como demoníaco. Mas já que foram eles, deve ser divino então. As quatro primeiras images nessa busca do Google são de lá.
Mas divino mesmo é o teto da capela sistina, e também o Último Julgamento. Constatei que o tal do Michelangelo era bom mesmo. Grafiteiro da pesada. O problema é que você fica com dor no pescoço de ficar olhando. Ele, pelo menos, tinha um andaime para ficar deitado. Privilégio do artista.
Um ponto alto da viagem foi a nuvem de pássaros na Piazza Navona. Nunca vi tanto passarinho na minha vida. Eles são tantos que parecem uma nuvem de gafanhotos. Deve ser por isso que tem tanto gato em Roma. Buffet de primeira. Foto aqui.
Para finalizar esse tópico, só falta dizer uma coisa, digo, duas:
1. tá dominado;
2. tá tudo dominado.
Quando a gente achava que estava numa típica cidadezinha medieval, com tudo de antigo, virávamos uma esquina e lá estava a rua toda iluminada, cheia de lojas modernas e capitalistas. Poesia ia água abaixo.
Outra coisa impressionante é uma igreja que existe em Roma, decorada com os ossos de quatro mil monges. Quando pensei na idéia, achei que ia ser um empilhamento de ossos, mas, para nossa surpresa, eles realmente fizeram "decoração com ossos". Eles combinaram os ossos, nas paredes e no teto, formando figuras como flores, corações, anjos e outras formas. Tem também alguns esqueletos completos com os hábitos de monge. O fato é: se isso tivesse sido feito por qualquer outra pessoa ou instituição, teria sido rapidamente classificado como demoníaco. Mas já que foram eles, deve ser divino então. As quatro primeiras images nessa busca do Google são de lá.
Mas divino mesmo é o teto da capela sistina, e também o Último Julgamento. Constatei que o tal do Michelangelo era bom mesmo. Grafiteiro da pesada. O problema é que você fica com dor no pescoço de ficar olhando. Ele, pelo menos, tinha um andaime para ficar deitado. Privilégio do artista.
Um ponto alto da viagem foi a nuvem de pássaros na Piazza Navona. Nunca vi tanto passarinho na minha vida. Eles são tantos que parecem uma nuvem de gafanhotos. Deve ser por isso que tem tanto gato em Roma. Buffet de primeira. Foto aqui.
Para finalizar esse tópico, só falta dizer uma coisa, digo, duas:
1. tá dominado;
2. tá tudo dominado.
Quando a gente achava que estava numa típica cidadezinha medieval, com tudo de antigo, virávamos uma esquina e lá estava a rua toda iluminada, cheia de lojas modernas e capitalistas. Poesia ia água abaixo.
Itália - Transportes
Primeiro, o transporte público.
O bilhete do ônibus pode ser adquirido num terminal de auto-atendimento perto de alguns dos pontos de ônibus. Prático. Gostei.
Depois de adquirir o bilhete na máquina, você entra no ônibus e valida. A partir daquele ponto, ele começa a valer. Por exemplo, se é de setenta e cinco minutos, você pode usar em outros transportes dentro daquele período.
Você também pode adquirir o bilhete numa máquina dentro do ônibus. Essa, mais simples, aceita apenas moedas.
O fato é que você não precisa mostrar nada para ninguém. É tudo na confiança, ainda mais do que aqui no Canadá, onde você precisa mostrar o passe para o motorista.
Os ônibus em geral tem boa estrutura, e lá tem um tipo de street car que é maior e mais moderno do que o daqui. No metrô, pelo que percebemos, uma das duas linhas tem trens modernos que a outra. O que estraga a modernidade toda são as pichações na parte interna dos veículos. No metrô mais antigo, os vagões são todos grafitados por fora.
O trânsito lá é a coisa mais caótica que já vi. Se você acha dirigir em BH, Salvador, Rio e SP complicado, nem queira pegar um carro por lá. Coisa de louco. Respeito ao pedestre não existe muito. As motos passam no meio do povo atravessando na faixa com o sinal aberto para os pedestres. Engraçado é que os romanos falam que terror mesmo é dirigir em Nápoles. Ainda bem que nem entramos na cidade então.
Preferencial também é coisa não muito popular. A regra da preferencial é mais ou menos assim:
- a vez é do outro: o outro segue;
- a vez é sua, mas você desacelerou porque achou que o sujeito estava vindo rápido demais e poderia não freiar: aí ele não freia mesmo e a vez é dele também.
Numa rápida e não cientificamente correta estatística, constatei que cerca de sessenta ou setenta por cento dos carros são batidos e/ou arranhados. Imaginamos que eles nem se preocupam em consertar porque não deve durar muito mesmo.
Para complicar um pouco mais, algumas cidades, como Roma e Florença, possuem áreas de tráfico restrito. Num determinado horário (creio que de sete da manha às sete e trinta da noite ou algo parecido), se você entrar na tal área, seu carro é fotografado e você recebe uma continha de cinquenta euros (não pudemos confirmar esse valor). Aconteceu conosco. Por sorte, os hotéis podem pedir o cancelamento dessas multas se a infração aconteceu num período de duas horas anterior à sua chegada ao estabelecimento.
As estradas são boas, mas de Roma para sul são melhores do que para o norte. E elas têm muitos radares de velocidade. Duro quando você está com uma BMW na mão. Nós reservamos um carrinho simples (Lancia Ypsilon), mas na hora de pegar eles não puderam honrar e nos deram um upgrade grátis. Duro mesmo é ter um carro daquelas proporções (era uma perua) e valor naquele trânsito caótico. Por isso, fiz questão de pegar o seguro mais abrangente possível. E ainda sim dava medo. Não sei como, mas dirigimos quatro dias sem acidentes.
Dirigir nas cidades na Itália é um terror também por conta das motos, que andam coladas ao lado do seu carro. Em certos momentos, tinha motoqueiro colado na minha esquerda e outro na direita, de forma que eu não podia sair da reta para nenhum dos lados. E tem moto demais. Nunca vi tanta numa cidade.
Por fim, a experiência de direção mais traumática da minha vida se deu na Costa Amalfitana. Espaço exato para três carros. A fila dos estacionados, uma pista para ir e outra para voltar (quando não era mão única). Curvas, curvas e mais curvas. E cerquinhas pouco confiáveis te separando de uma queda de setenta metros abaixo, no mar azul do sul da Itália. Você tem que ir de segunda marcha quase o tempo todo e leva muito tempo para andar muito pouco. Na volta, tentamos um caminho que acabou sendo ainda maior e levamos cerca de uma hora e meia andando de segunda marcha, com chuva e neblina. Lá, eu posso te garantir, não vale a pena ir de carro mesmo.
Dirigir nas cidades foi o único aspecto ruim da viagem. Na próxima, já aprendemos que ir de ônibus ou trem pode sair menos prático, mas garante a paz de espírito.
O bilhete do ônibus pode ser adquirido num terminal de auto-atendimento perto de alguns dos pontos de ônibus. Prático. Gostei.
Depois de adquirir o bilhete na máquina, você entra no ônibus e valida. A partir daquele ponto, ele começa a valer. Por exemplo, se é de setenta e cinco minutos, você pode usar em outros transportes dentro daquele período.
Você também pode adquirir o bilhete numa máquina dentro do ônibus. Essa, mais simples, aceita apenas moedas.
O fato é que você não precisa mostrar nada para ninguém. É tudo na confiança, ainda mais do que aqui no Canadá, onde você precisa mostrar o passe para o motorista.
Os ônibus em geral tem boa estrutura, e lá tem um tipo de street car que é maior e mais moderno do que o daqui. No metrô, pelo que percebemos, uma das duas linhas tem trens modernos que a outra. O que estraga a modernidade toda são as pichações na parte interna dos veículos. No metrô mais antigo, os vagões são todos grafitados por fora.
O trânsito lá é a coisa mais caótica que já vi. Se você acha dirigir em BH, Salvador, Rio e SP complicado, nem queira pegar um carro por lá. Coisa de louco. Respeito ao pedestre não existe muito. As motos passam no meio do povo atravessando na faixa com o sinal aberto para os pedestres. Engraçado é que os romanos falam que terror mesmo é dirigir em Nápoles. Ainda bem que nem entramos na cidade então.
Preferencial também é coisa não muito popular. A regra da preferencial é mais ou menos assim:
- a vez é do outro: o outro segue;
- a vez é sua, mas você desacelerou porque achou que o sujeito estava vindo rápido demais e poderia não freiar: aí ele não freia mesmo e a vez é dele também.
Numa rápida e não cientificamente correta estatística, constatei que cerca de sessenta ou setenta por cento dos carros são batidos e/ou arranhados. Imaginamos que eles nem se preocupam em consertar porque não deve durar muito mesmo.
Para complicar um pouco mais, algumas cidades, como Roma e Florença, possuem áreas de tráfico restrito. Num determinado horário (creio que de sete da manha às sete e trinta da noite ou algo parecido), se você entrar na tal área, seu carro é fotografado e você recebe uma continha de cinquenta euros (não pudemos confirmar esse valor). Aconteceu conosco. Por sorte, os hotéis podem pedir o cancelamento dessas multas se a infração aconteceu num período de duas horas anterior à sua chegada ao estabelecimento.
As estradas são boas, mas de Roma para sul são melhores do que para o norte. E elas têm muitos radares de velocidade. Duro quando você está com uma BMW na mão. Nós reservamos um carrinho simples (Lancia Ypsilon), mas na hora de pegar eles não puderam honrar e nos deram um upgrade grátis. Duro mesmo é ter um carro daquelas proporções (era uma perua) e valor naquele trânsito caótico. Por isso, fiz questão de pegar o seguro mais abrangente possível. E ainda sim dava medo. Não sei como, mas dirigimos quatro dias sem acidentes.
Dirigir nas cidades na Itália é um terror também por conta das motos, que andam coladas ao lado do seu carro. Em certos momentos, tinha motoqueiro colado na minha esquerda e outro na direita, de forma que eu não podia sair da reta para nenhum dos lados. E tem moto demais. Nunca vi tanta numa cidade.
Por fim, a experiência de direção mais traumática da minha vida se deu na Costa Amalfitana. Espaço exato para três carros. A fila dos estacionados, uma pista para ir e outra para voltar (quando não era mão única). Curvas, curvas e mais curvas. E cerquinhas pouco confiáveis te separando de uma queda de setenta metros abaixo, no mar azul do sul da Itália. Você tem que ir de segunda marcha quase o tempo todo e leva muito tempo para andar muito pouco. Na volta, tentamos um caminho que acabou sendo ainda maior e levamos cerca de uma hora e meia andando de segunda marcha, com chuva e neblina. Lá, eu posso te garantir, não vale a pena ir de carro mesmo.
Dirigir nas cidades foi o único aspecto ruim da viagem. Na próxima, já aprendemos que ir de ônibus ou trem pode sair menos prático, mas garante a paz de espírito.
Itália - Impressões gerais
A viagem já começou diferente. Acostumados a viajar para sul da fronteira, estávamos esperando um monte de perguntas na imigração. Onde vão? Quanto tempo vão ficar? Onde ficarão hospedados? São casados? Onde se conheceram?
Nada. O sujeito pegou os passaportes, carimbou e nem uma palavra.
Outra diferença foi a estrutura. O aeroporto de Roma deixa bastante a desejar. Tem lata de lixo cheia até a tampa e mosca na sala de embarque (mas isso foi na volta).
A semelhança com o Brasil é muito grande. Andando pelas ruas, ora me sentia no Rio, ora me sentia em São Paulo. É muito parecido com a parte antiga dessas duas cidades, mas parece ser um lugar seguro. É engraçado o fato de não ter uma área moderna. É tudo com cara de século passado. Na melhor das hipóteses, 1970.
Roma tem muitos gatos. Tem até um calendário nos camelôs com as fotos dos gatos. Parece que eles curtem as ruinas. Em certo momento, contamos cerca de vinte gatos num determinado sítio de escavações. A ;) disse que eles são os imperadores reencarnados, que não conseguiram se desapegar.
Tem terminal de auto-atendimento de camisinha e também vi de cigarro, apesar de estar inoperante. Não sei, então, como fica a regra de maioridade para comprar cigarro por lá.
Nada. O sujeito pegou os passaportes, carimbou e nem uma palavra.
Outra diferença foi a estrutura. O aeroporto de Roma deixa bastante a desejar. Tem lata de lixo cheia até a tampa e mosca na sala de embarque (mas isso foi na volta).
A semelhança com o Brasil é muito grande. Andando pelas ruas, ora me sentia no Rio, ora me sentia em São Paulo. É muito parecido com a parte antiga dessas duas cidades, mas parece ser um lugar seguro. É engraçado o fato de não ter uma área moderna. É tudo com cara de século passado. Na melhor das hipóteses, 1970.
Roma tem muitos gatos. Tem até um calendário nos camelôs com as fotos dos gatos. Parece que eles curtem as ruinas. Em certo momento, contamos cerca de vinte gatos num determinado sítio de escavações. A ;) disse que eles são os imperadores reencarnados, que não conseguiram se desapegar.
Tem terminal de auto-atendimento de camisinha e também vi de cigarro, apesar de estar inoperante. Não sei, então, como fica a regra de maioridade para comprar cigarro por lá.
Bongiorno
Conexão acaba de voltar de oito dias rodando pela Itália.
Nossa viagem compreendeu:
- Roma (2 dias)
- Siena (1 dia)
- Florença (1 dia)
- Costa Amalfitana (2 dias, incluindo passagem por Pompéia)
- Roma (2 dias)
Nos próximos dias, postarei uma série abordando quatro aspectos da viagem: impressões gerais, turismo, comida (e bebida, é lógico) e transportes.
Nossa viagem compreendeu:
- Roma (2 dias)
- Siena (1 dia)
- Florença (1 dia)
- Costa Amalfitana (2 dias, incluindo passagem por Pompéia)
- Roma (2 dias)
Nos próximos dias, postarei uma série abordando quatro aspectos da viagem: impressões gerais, turismo, comida (e bebida, é lógico) e transportes.
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
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